sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Fisioterapia e Pilates na Gravidez





Mudanças físicas e psicológicas marcam a mulher durante o período de gestação. Apesar de ser considerado um momento mágico para muitos, não tem como negar que, muitas vezes, essas mudanças vem acompanhadas de desconfortos e limitações, que impedem a mulher de levar uma vida totalmente igual à que levava. E após o parto, os cuidados com o bebê também exigem mais do corpo da mãe, que acrescentará novas atividades ao seu cotidiano, como trocar fraldas e dar banho.

Durante esse período, o útero passa por um processo de expansão, gerando uma curvatura nos ossos e, principalmente, na lombar e no quadril. A coluna sofre o impacto causado pela expansão da barriga, causando uma desarmonia das cadeias musculares. Essas cadeias passam por duas alterações: a posterior fica sob estresse de tensão muscular constante e a anterior, sofre processo de estiramento. Essas mudanças podem ocasionar frouxidão dos ligamentos vertebrais, rotação das vértebras e pinçamento de nervos.

Por isso, apesar de pouco divulgada, a fisioterapia, juntamente com o Pilates  na gravidez exerce um papel importante em cada fase da gestação, sempre visando a promoção da saúde e do bem-estar da mulher. A fisioterapia pré-natal, por exemplo, prepara o corpo da mulher para dois momentos: o pré e o pós-parto, prevenindo, tratando e reabilitando possíveis disfunções, desconfortos, dores ou lesões. Assim, a fisioterapia e o Pilates oferecem: exercícios de alongamento e fortalecimento de determinados músculos; exercícios aeróbicos; conscientização corporal; melhora na circulação sanguínea, correção da postura e exercícios de relaxamento. Como resultado, as futuras mamães sentem alívio durante momentos como cãimbras, inchaço, falta de ar e dores na coluna vertebral e na pélvis, além de ficar mais preparada para o parto.

Os cuidados com o assoalho pélvico também é importante, pois ele é formado por um conjunto de tecidos de revestimento que fecha a cavidade inferior da pelve (músculos, ligamentos e fáscias). Essas estruturas são as responsáveis pela sustentação de órgãos como útero, reto e bexiga e controlam a urina, as fezes e a atividade sexual. Então, caso a mãe apresente disfunções urinárias, por exemplo, os exercícios da fisioterapia são bastante indicados

É função do fisioterapeuta avaliar os músculos do assoalho pélvico, focando na sua coordenação, tônus, resistência e força. Caso haja algum problema, é ele quem promove a sua reabilitação.

Fonte: Adaptado de Fisioterapia Manual

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Fisioterapia no Tratamento de Artrose




A artrose é o nome popular da ósseo artrite, uma doença causada pelo envelhecimento. A sobrecarga do corpo promove o desgaste das articulações, causado pela perda da agilidade e da elasticidade das cartilagens de joelhos, pés e quadris. Dessa forma, atividades físicas como caminhadas geram consequências como dores e dificuldades de mover essas articulações. Pessoas que sofrem de artrose encontram obstáculos em se levantar do sofá após muito tempo sentadas, por exemplo. Genética, obesidade, diabetes, problemas no colesterol e traumas ósseos na fase jovem e adulta são fatores que podem provocar artrose. A doença não tem cura, mas um simples raio X é capaz de detectá-la, antes mesmo do surgimento das dores.

Uma pesquisa promovida pelas sociedades brasileiras de Ortopedia, de Traumatologia e de Reumatismo aponta que 10 milhões de brasileiros sofrem de artrose, porém apenas 40% se tratam. Para controlá-la, a fisioterapia e o Pilates estão entre os tratamentos mais indicados.

O fisioterapeuta desenvolve uma série de exercícios apropriados e benéficos, que aliviam as dores. Um das maiores preocupações desses profissionais é com a postura do paciente. Ao corrigí-la, ele evita a sobrecarga na inflamação. Os exercícios também visam o alívio da rigidez, aumentando a flexibilidade e a força muscular dos praticantes.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Síndrome do Ombro Doloroso




Essa síndrome causa dores e impotência funcional de graus variados. Isso quer dizer que ela atinge as estruturas que possibilitam o movimento do ombro, como tendões e músculos, articulações, ligamentos e bursas. Transtornos e afecções locais ou à distância de implicações etiopatogênicas também podem ser consequência dessa síndrome.

As dores no ombro podem ocorrer por dois motivos: causas indiretas ou por traumas, movimentos repetitivos, ocorrência neurológica (subluxação) e luxação após acidente vascular cerebral.

Na maioria dos casos (cerca de 80%), a síndrome do ombro doloroso é causada por bursites subdeltoidiana ou subacromial, com ou sem depósito calcário . Em outros casos, ocorre devido a miofibrosites e artrites do ombro, entre outros.

A bursite subdeltoiana ou subacromial é causada por: atividade excessiva; ruptura do supra-espinhoso, infra-espinhoso ou longa porção do bíceps; Hiperabdução prolongada; Luxação acrômio-clavicular; Irritação por osteófitos; Fratura do troquiter; Aderência (pacientes crônicos em leito); e Alterações (inflamações no manguito músculo tendinoso integrado).

Os sintomas de dor de ombro são bastante variados. Porém, quando a dor é grave, é possível que ela irradie para áreas como pescoço, braço e cotovelo. A pessoa também pode sentir dificuldade em se vestir, fraqueza muscular, limitação dos movimentos de braço e mão e até interrupção do sono.

Quando o tratamento é feito por meio de fisioterapia, são utilizados recursos terapêuticos e terapias complementares, sempre em busca de restabelecer a função articular do ombro. Esses tratamentos proporcionam alívio dos sintomas ocasionados pela síndrome do ombro doloroso.

Fonte: Terapia Manual

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Fisioterapia Complexa Descongestiva no Tratamento do Linfedema





Atualmente o câncer de mama é o tipo mais freqüente de câncer entre as mulheres. No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. A estimativa de novos casos é de 57.120 para o ano de 2014, válidas para 2015 (INCA).

Aproximadamente 25% das mulheres desenvolvem o Linfedema após o tratamento oncológico. O Linfedema é uma das principais complicações e a seqüela mais temida pelas mulheres, podendo levar a conseqüências físicas e psicossociais a longo prazo afetando sua qualidade de vida. O linfedema consiste no acúmulo de linfa no espaço intersticial, causado por uma falha no sistema linfático. Este líquido é rico em proteínas podendo gerar importante fibrose com grande volume do membro acometido. 

A incidência de Linfedema é bastante variável na literatura, indo de menos de 5% nas cirurgias menos invasivas até 60% quando o tratamento inclui dissecção axilar associada à radioterapia. Numerosos estudos tentam determinar a real incidência desta seqüela associada às modalidades terapêuticas para o câncer, ferramentas de avaliação consistentes e objetivas bem como estratégias de tratamento eficazes baseadas em evidências na prevenção, tratamento e controle desta condição. 

A Fisioterapia Complexa Descongestiva (FCD) é o tratamento para o Linfedema recomendado pela Sociedade Internacional de Linfologia. O tratamento inclui uma atenção especial aos cuidados com a pele, drenagem linfática manual, bandagens de baixa elasticidade, exercícios miolinfocinéticos e meias/luvas compressivas.

A FCD é realizada em duas fases: na primeira fase (tratamento) o principal objetivo é mobilizar a linfa acumulada, reduzir a fibrose tecidual, procurando reduzir ao máximo o volume do membro – é nesta fase que será realizado o enfaixamento compressivo (com bandagens de baixa elasticidade), a drenagem linfática manual, os exercícios miolinfocinéticos (exercícios que ativam a circulação linfática) e cuidados especiais com a pele. A primeira fase tem um tempo médio de 5 semanas de tratamento, onde o Fisioterapeuta acompanhará a evolução das medidas do membro tratado. Esta fase é realizada, no mínimo, 3 vezes por semana.

A segunda fase é chamada de “fase de manutenção” onde poderão ser utilizadas bandagens de baixa elasticidade à noite, e meias de compressão durante o dia associadas a realização de exercícios diários, auto massagem de drenagem linfática, cuidados com a pele e controle do peso também são indicados. É importante ressaltar que nesta fase, a participação do paciente nos cuidados e orientações é fundamental para o sucesso da terapia.

Para uma boa redução do volume do membro afetado, bem como manutenção da boa condição da pele é necessário que o Fisioterapeuta habilitado no tratamento dos Linfedemas utilize a FCD como um todo, pois estudos demonstram uma baixa eficácia das técnicas quando utilizadas separadamente.

O Linfedema é uma patologia crônica e de difícil tratamento. A literatura recomenda a Fisioterapia Complexa Descongestiva como o tratamento mais adequado nestes casos. Numerosos estudos demonstram uma grande melhora no aspecto da pele, redução de volume e fibrose, conforto, bem como melhora na qualidade de vida em pacientes tratados com a FCD, no entanto são ainda necessários estudos com alta qualidade científica que identifiquem a melhor forma de manutenção e controle do linfedema após o tratamento inicial.

Fonte: Fisioterapiaecancer

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NA REABILITAÇÃO PÓS-MASTECTOMIA




No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres, mas, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de tratar o problema. A cirurgia de retirada de mama (mastectomia) é o método mais tradicional de tratamento, porém existem complicações que surgem após a cirurgia como: diminuição da amplitude de movimento, diminuição da função, linfedema, fibrose na cicatriz e dor no ombro do mesmo lado onde a cirurgia foi realizada.


A fisioterapia é fundamental na reabilitação pós-mastectomia e o atendimento precoce não evita o aparecimento de complicações, mas possibilita que a resolução seja mais fácil e rápida. É importante que seja realizada uma avaliação fisioterapêutica durante o período pré-operatório, pois devem ser observadas alterações já existentes para que após a cirurgia seja possível definir o que é consequência da mastectomia e o que é pré-existente.

Na fase pós-operatória, os objetivos principais do atendimento fisioterapêutico serão:

  •  Evitar ou tratar contraturas musculares;
  •  Prevenir ou minimizar linfedema;
  •  Prevenir complicações circulatórias e respiratórias;
  •  Evitar aderências cicatriciais;
  •  Evitar ou tratar desvios posturais;
  •  Alivio da dor;
  •  Prevenir a limitação de movimento do membro do mesmo lado da cirurgia.

Cada paciente deve ser avaliado individualmente para que seja definido quando começar a reabilitação. No primeiro dia de pós-operatório, a função do fisioterapeuta é posicionar a paciente no leito, adequadamente, principalmente o membro superior do lado operado. Já no segundo dia, inicia-se a drenagem linfática e as mobilizações restritas. Os exercícios respiratórios devem ser iniciados precocemente, para manter as funções da musculatura respiratória e prevenir complicações pulmonares.

No linfedema existe edema e inflamação e é a alteração mais comum em pacientes mastectomizadas e, na verdade, é uma reação normal do organismo. Geralmente surge após 3 meses de cirurgia, mas pode aparecer anos depois. Ele é caracterizado por uma diferença no tamanho da circunferência dos membros superiores. Quando a diferença encontra-se a partir de 1-1,5 cm já é caracterizada linfedema.

Para tratar o linfedema tem se utilizado com eficácia a terapia física complexa (TFC) quando o paciente não apresenta outras complicações como linfangite e fibrose. A TFC consiste em quatro procedimentos que são:
  •  Drenagem linfática manual;
  •  Compressão do membro;
  •  Exercícios miolinfocinéticos;
  •  Cuidados com a pele.

É muito importante que o fisioterapeuta que for realizar a drenagem linfática conheça bem a técnica e o tipo de cirurgia que foi realizada, pois isso interfere diretamente no manuseio da técnica.

Os exercícios miolinfocinéticos são realizados através de contrações musculares concomitantemente com o uso da compressão do membro, através de um enfaixamento feito pelo terapeuta, logo após a drenagem linfática. O cuidado com a pele requer monitorização constante para estar atento ao aparecimento de lesões. É necessário lavar o membro e o local operado com água e sabão, sistematicamente, para prevenir complicações infecciosas. A hidratação do membro e da região mamária também é muito importante.

O tratamento consiste em duas fases e todos os procedimentos são realizados em ambas, porém na fase I, descongestiva (diminuição de edema) a frequência é maior. A fase II é um período de manutenção e prevenção de alterações a longo prazo.


É muito importante que durante a reabilitação sejam feitos exercícios que trabalhem a amplitude de movimento do membro superior, pois fazem a manutenção da mobilidade, nutrição articular, prevenção de aderências teciduais e contraturas. Além de contribuírem para a inibição da dor e a melhora da circulação sanguínea que ajuda a prevenir tromboses sanguíneas, diminuem a progressão de atrofia muscular, mantêm a contratilidade da musculatura e contribuem para a melhora do estado psicológico e emocional.

Como podemos ver, a atuação do fisioterapeuta na recuperação após a cirurgia de mastectomia é muito importante e, hoje, conta com tratamentos eficazes e com comprovação científica de que realmente ajudarão as pacientes que passarem por este tratamento complexo contra o câncer de mama.

Fonte: Clube corpo e mente

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Fisioterapia no Câncer de Mama




A fisioterapia desempenha um papel imprescindível na abordagem das pacientes mastectomizadas. Independente do tipo de cirurgia de mama, a fisioterapia precoce tem como objetivos prevenir complicações, promover adequada recuperação funcional e conseqüentemente, propiciar melhor qualidade de vida às mulheres submetidas à cirurgia para tratamento de câncer de mama

O programa de fisioterapia deve ser realizado em todas as fases do câncer da mama: pré-tratamento (diagnóstico e avaliação); durante o tratamento (quimioterapia, radioterapia, cirurgia, e hormonioterapia); após o tratamento (período de seguimento); na recidiva da doença e nos cuidados paliativos. Em cada uma dessas fases, é necessário conhecer e identificar as necessidades do paciente, os sintomas e suas causas e o impacto desses nas atividades de vida diária.

Deve ser instituído tratamento fisioterapêutico sempre que necessário, visando minimizar e prevenir as possíveis seqüelas.

Pré operatório

A atuação do fisioterapeuta pode ser iniciada no pré-operatório, objetivando conhecer as alterações pré-existentes e identificar os possíveis fatores de risco para as complicações pós-operatórias. Nesse momento as pacientes tem oportunidade de falar sobre suas ansiedades, tirar duvidas sobre curativos, pontos e movimentação do braço. Ainda no pré operatório, a notícia sobre a doença e intervenção cirúrgica, leva à paciente insconscientemente adotar posturas de tensão muscular na região do pescoço e ombros. Por isso nessa fase já é importante que o fisioterapeuta avalie a presença de alterações posturais e tensionais, avalie a força muscular dos braços e sua amplitude de movimento e oriente a paciente como será o acompanhamento no pós operatório e as possíveis complicações.

Pós operatório

O pós operatório é marcado por dificuldade na movimentação do braço e do ombro e por dor. A paciente terá dificuldade de encostar a mão na nuca, vestir suas blusas, escovar os cabelos, abotoar o sutiã. Essa limitação é causada pela dor ocasionada devido à tração da pele e dos músculos da axila, do tórax e do braço e devido à manipulação cirúrgica. Poderão aparecer sensações de peso nos braços, formigamento, queimação ou dormência.

O objetivo da fisioterapia é restabelecer brevemente a função de braço, prevenir complicações respiratórias, diminuir a dor e prevenir a formação de linfedema, cicatrizes, fibroses e aderências. Para isto você deve seguir corretamente as orientações fornecidas pelo seu fisioterapeuta e realizar os exercícios propostos por ele.

O pós-operatório imediato é o período logo após o término da cirurgia, nessa fase objetiva-se identificar alterações neurológicas ocorridas durante o ato operatório, presença de sintomatologias álgicas, edema linfático precoce e alterações na dinâmica respiratória. O fisioterapeuta irá orientá-la a posicionar o braço na cama com o auxílio de travesseiros e já iniciam-se alguns exercícios leves para o braço e exercícios respiratórios. Nessa fase os exercícios respiratórios são muito importantes, eles te ajudarão a recuperar a função pulmonar e prevenir complicações respiratórias. Nessa fase ainda, o fisioterapeuta lhe ensinará a fazer a automassagem, que é uma drenagem linfatica que você mesmo fará no seu corpo e ajudará a prevenir a presença de inchaço no braço.

Até o 15º dia após a cirurgia, provavelmente você ainda estará com o dreno aspirativo e com os pontos, portanto você não deve levantar o braço acima de 90º para que a ferida operatória não abra. Se não houver complicações pós operatórias em alguns dias você estará de alta hospitalar, e irá para casa com os pontos e com os drenos, não se esqueça que os cuidados e a automassagem devem continuar sendo feitos em casa.

Após o 15º dia de operação, sem complicações pós operatórias, serão retirados alguns pontos e o dreno. A movimentação total dos braços agora será liberada. Essa é a fase em que você será encaminhada para o consultório de fisioterapia. Alguns lugares oferecem tratamento em grupo. Serão realizados exercícios de alongamento, exercícios para ganho de força muscular e amplitude de movimento e técnicas de drenagem linfática.

A reabilitação precoce pós mastectomia proporciona ganhos na movimentação do braço, previne aderências e deformidades. O breve restabelecimento funcional do ombro e braço darão condições para você prosseguir com o seu tratamento.

COMPLICAÇÕES NO PÓS OPERATÓRIO DE MAMA

Em qualquer procedimento cirúrgico quando obtém-se qualquer resultado outro, que não o desejado, pode-se dizer que ocorreu uma complicação. Esta definição apesar de inespecífica e genérica, deve ser conhecida por todos profissionais da área da saúde e inclusive por você, para que ao notá-las possa procurar auxílio e orientação o quanto antes.

Independentemente do tipo e da abordagem cirúrgica adotada elas podem ocorrer em até 60% dos casos. Algumas delas podem ocorrer no pós operatório imediato como: dor, seroma, necrose de tecido, deiscência de feridas, fraqueza no braço, alteração de sensibilidade, infecções, complicações respiratórias e circulatórias e problemas de cicatrização e outras podem advir no pós operatório tardio como disfunção do ombro e cintura escapular, retrações e aderências, linfedema, encarceramento nervoso, dor/mama fantasma e alterações posturais. A fisioterapia assume um papel fundamental na prevenção, diminuição e resolução dessas complicações.

A dor será decorrente da manipulação cirúrgica, devido à presença da ferida operatória e tração de tecidos circunjacentes à cirurgia. Ela é tolerável, porém seu médico poderá prescrever-lhe analgésicos e a fisioterapia conta com o auxílio do TENS, que é aquele “choquinho” que ajuda a tirar a dor. Infecções são percebidas através de exames laboratoriais e presença de vermelhidão, calor, dor e turgor no local da ferida operatória, o tratamento será prescrito pelo seu médico, geralmente com antibióticos. Problemas relacionados com abertura de ferida ou necrose de tecido também seu médico a avaliará e escolherá a melhor conduta. Alteração de sensibilidade, como sensação de queimação, peso e formigamento, são comuns nos primeiros dias devido manipulação de nervos, porém algumas cirurgias podem comprometer o plexo nervoso e isso pode tornar-se permanente na axila e face interna do braço .A fisioterapia utiliza-se de técnicas para o estímulo nervoso dessas áreas e dessensibilização da pele com gelo, diferentes tipo de texturas e também com eletroterapia.

Seroma é a mistura de plasma com líquido linfático, é a complicação mais comum e pode aparecer em espaços abaixo da pele quando a circulação linfática está deficiente, especialmente em mastectomias. O tratamento é feito pelo médico através de punções.

A fraqueza no braços ocorre pela restrição na movimentação durante as primeiras semanas de pós operatório, como também pela ressecção de algumas estruturas musculares ou presença de complicações. A fisioterapia deve ser iniciada o quanto antes para reversão desse quadro.

Por último, mas não menos importante, as alterações respiratórias são decorrentes do uso de anestesia geral, tempo de cirurgia, inatividade, respiração curtinha devido presença de dor, por vezes comprometimento da pleura durante a cirurgia necessitando de um dreno torácico. Todas essas situações levam à diminuição da ventilação pulmonar e podem acumular secreção, que podem favorecer o aparecimento de pneumonias. Por isso é muito importante realizar fisioterapia respiratória, com técnicas de expansão pulmonar e higiene brônquica.

Passados algumas semanas, entramos na fase tardia da cirurgia. Nessa fase podemos observar alterações funcionais da cintura escapular e do ombro decorrentes de lesões nervosas, nesse caso a paciente ficará com dificuldades de movimentar os músculos em volta do osso da escápula (omoplata), movimentos como levantar, abrir os braços e encostar a mão nas costas ficarão prejudicados. Presença de aderências e fibroses na cirurgia também levam à limitação de movimentação do braço. A fisioterapia dispõe de recursos manipulativos, como técnicas de massagem e uso de aparelhos que previnem a formação dessas aderências e fibroses, desde que realizadas precocemente, uma vez instaladas é mais difícil tratá-las.

A dor ou presença de mama fantasma, são sintomas que a paciente refere sentir no local onde foi retirada a mama. É comum sentir a presença da mama como se ainda estivesse ali, junto com dores, agulhadas, formigamentos entre outros sintomas. O tratamento envolve psicoterapia e fisioterapia. Na fisioterapia utilizamos eletroterapia, acupuntura, técnicas de massagem e dessensibilização da região.

A presença de alterações posturais e dores na coluna não são incomuns. A retirada da mama acarreta um desequilíbrio no peso do eixo da coluna, um lado fica mais pesado que o outro levando à desvios posturais. Podem ser realizados exercícios específicos e técnicas de tratamento posturais como RPG, Pilates e Iso Stretching. Deve ser providenciado uma prótese mamária externa disponível comercialmente. O objetivo da prótese externa de mama é suprir a falta da mama, compensando o volume retirado; possuindo extrema importância do ponto de vista psicológico e ortopédico, proporcionando equilíbrio estático da coluna, evitando contraturas musculares na região cervical e na cintura escapular. A colocação da prótese dentro do sutiã logo após a cicatrização da cirurgia previne as dores na coluna e desvios posturais.

As complicações cirúrgicas de mama realmente podem existir como em qualquer outro procedimento cirúrgico, porém elas podem ser identificadas e tratadas. A fisioterapia em oncologia é sua aliada. Consulte sempre um fisioterapeuta especialista.

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Fonte: Fisioonco



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Dor no nervo ciático: O que é? Causas, sintomas e como tratar




Você já sentiu essa dor? A dor no nervo ciático (também chamada, simplesmente, de Ciática) é, na verdade, o próprio sintoma de outros problemas.

Qual a função do nervo ciático?

Essa estrutura está localizada desde a face posterior do quadril, descendo por trás da coxa e dos joelhos, até alcançar o dedo maior do pé. Estendendo-se, portanto, desde a coluna lombar até os pés. O nervo ciático que é considerado o maior do corpo humano é o grande responsável pelo movimento dos músculos da perna, além de viabilizar as sensações.

O que causa a dor no nervo ciático?

Qualquer tipo de dano ao nervo ciático (lesão, pressão, inflamação) pode resultar em dor ciática. O problema tende a ocorrer dentro do canal espinhal ou mesmo em qualquer ponto do percurso que o nervo faz. O anel que circunda o disco intervertebral pode acabar rompendo em virtude da pressão gerada sobre ele, o núcleo escapa para o interior do canal e comprime o nervo, caracterizando a dor. E o que pode causar essa pressão? Algumas das principais causas são: tumores, deslizamento de vértebras, estenose da coluna lombar, traumas, hérnia de disco, anomalias congênitas, síndrome do músculo piriforme, osteoartrite, dentre outras.

Além da dor, existem outros sintomas que acompanham a Ciática?

Os sintomas vão depender de cada caso, mas, normalmente, a dor ciática ocorre com maior frequência de um só lado do corpo (nesse caso, o lado afetado pode parecer mais fraco que o outro). Outros sintomas incluem: dormência, perda de sensibilidade, fraqueza muscular, diminuição dos reflexos da região afetada, formigamento ou sensação de queimação, dores irradiadas da coluna lombar para a região posterior da coxa ou da perna. Todos os sintomas podem aumentar com o envelhecimento, uma vez que as estruturas da coluna já aparecem bem mais desgastadas com a medula espinhal e as raízes que dão origem aos nervos comprometidas.

Como tratar a dor ciática?

O primeiro passo é diagnosticar a causa da dor. Se for por compressão ao nervo ciático, o passo a seguir é identificar e corrigir os fatores que desencadearam danos ao nervo. É importante identificar a causa exata do problema para que o tratamento seja aplicado de maneira correta e eficaz. A estabilização segmentar vertebral, juntamente com a terapia manual e exercícios de Pilates Clínico o paciente é condicionado a usar o músculo transverso do abdômen. Através do método, o indivíduo em tratamento consegue afastar as dores e entra em um trabalho direcionado ao fortalecimento dos músculos posturais, com a finalidade de evitar o surgimento de novas manifestações dolorosas.

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Previna-se da dor ciática!

– Evite saltos muito altos;

– Não realize movimentos bruscos com a coluna vertebral;

– Procure sempre manter a boa postura;

– Ao erguer um peso do chão, flexione os joelhos;

– Seja praticante de exercícios físicos que ajudam a fortalecer a musculatura do corpo inteiro.

Fonte: Texto adaptado de Fisioterapia Manual


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Lesões em atletas mais recorrentes e a Fisioterapia




Diferentes tipos de lesões podem acometer os atletas e, normalmente, são divididas de acordo com as estruturas afetadas: músculo-tendinosas, articulares, ósseas e assim por diante, e estão relacionadas com a biomecânica e treinamentos inadequados, alterações anatômicas, disfunções fisiológicas, uso de vestimentas e calçados não apropriados ao tipo de esporte praticado e acidentes.

Conforme o tipo de esporte praticado, elas distinguem-se quanto às principais regiões acometidas, estruturas envolvidas, gravidade e características específicas. Abaixo estão listadas as mais frequentes:

 Principais Lesões em atletas : músculo-tendinosos

Bursite: inflamação da bursa (saco cheio de líquido que protege as estruturas contra as demais do atrito) devido a trauma direto, fricção repetida ou infecção.

Contratura: Encurtamento patológico das fibras musculares (cãibra forte) inibindo o alongamento do músculo a fim de proteger as estruturas envolvidas (articulação, ligamentos, etc.).

Estiramento muscular: Lesão indireta (laceração) em músculos e tendões devido ao alongamento ou estresse excessivo das fibras envolvidas.

Fascíte: Inflamação da fáscia muscular (estrutura de sustentação). Geralmente ocorre em corredores na planta dos pés.

Tendinite: Inflamação do tendão devido a alterações biomecânicas e/ou microtraumatismos repetidos. O tendão pode sofrer espessamento comprometendo sua função.

 Lesões em atletas ligamentares, capsulares e outras estruturas articulares

Entorses: A articulação é alongada além de seu limite anatômico, resultando em estiramento dos ligamentos.

Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, responsável pela secreção de líquido sinovial (“lubrificante” da articulação).

Subluxação articular: Perda parcial do contato das superfícies articulares em conseqüência a forças de tensão excessivas. Podem retornar espontaneamente ao seu alinhamento.

Luxação articular: Perda total do contato das superfícies articulares com presença de deformidade. É necessária a redução (realinhamento) realizada por um médico.

Osteoartrite: Degeneração das superfícies articulares devido a microtraumatismos sucessivos.

 Lesões ósseas

Fratura: Ruptura de um osso. Os tipos de fratura variam de acordo com o mecanismo de ação das forças: transversais, expostas, compressivas, avulsão, etc.

O tratamento com Fisioterapia

Os tipos de tratamentos escolhidos dependem da causa da lesão (como e quando), principais regiões acometidas, seu estágio e características específicas. Para uma terapia otimizada, é importante que se realize uma avaliação detalhada do conjunto da lesão juntamente com uma equipe especializada (médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, etc). A Fisiobeauty oferece atendimento fisioterapêutico especializado e personalizado para o tratamento de diferentes patologias que acometem a região do joelho, quadril, tornozelo e coluna. O atendimento exclusivo e personalizado pode ser direcionado aos mais diferentes público, incluindo atletas ou mesmo o “atleta de final de semana” (prática de esporte amador). 

Fonte: Baseado no texto Fisioterapia Manual

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Dor no joelho e quadril ? Confira essas dicas!



Sabemos que as articulações de carga do nosso corpo, como o joelho e o quadril, são mais suscetíveis ao estresse mecânico durante as atividades cotidianas. Sendo assim, com base em toda a experiência clínica dos especialistas do “Instituto Trata – Joelho e quadril”, elaboramos dicas simples, porém funcionais para você que deseja: prevenir cirurgias, evitar o aparecimento de dor nestas regiões, encontrar a solução para impedir que a dor atrapalhe sua vida.

Joelho e Quadril – 7 Dicas para viver sem dor

  1. Realize atividades físicas que não gerem impacto excessivo como caminhada, bike, natação, Pilates, dentre outras;
  2. Procure manter o peso corporal adequado;
  3. Evite subir e descer escadas exageradamente;
  4. Evite realizar atividades que exijam agachamento até o chão, principalmente, não deixando os joelhos se projetarem para frente;
  5. Atenção redobrada quando realizar atividades em terrenos irregulares (calçadas esburacadas, trilhas, etc.) para evitar as entorses;
  6. Dobre e estique o joelho, pelo menos, 20 vezes antes de levantar, após longos períodos deitado ou sentado;
  7. Ao primeiro sinal de dor ou desconforto procure um especialista, pois pequenas mudanças nas atividades podem significar uma ótima prevenção.

Dor no Joelho e Quadril – 7 Dicas para evitar a cirurgia

  1. Utilize bolsas de gelo triturado por 30 minutos sobre a área lesionada, 2 vezes ao dia;
  2. Caso não tenha boa tolerância ao gelo, pode-se usar compressa de água quente por 15 minutos sobre a área lesionada;
  3. Procure um especialista o mais rápido possível para evitar que a lesão se torne crônica;
  4. Evite subir e descer escadas exageradamente ou atividades que exijam agachamento até o chão, principalmente, não deixando os joelhos se projetarem para frente;
  5. Mantenha uma boa força e função dos músculos do quadril e joelho por meio de exercícios de fortalecimento;
  6. Realize atividades físicas que não gerem impacto excessivo como caminhada, bike, natação, Pilates, dentre outras;
  7. Ao primeiro sinal de dor ou desconforto procure um especialista, pois pequenas mudanças nas atividades podem significar uma ótima prevenção.
Fonte: Terapia Manual


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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Fisioterapia preventiva: Terceira idade com saúde




Para a maior parte da população a terceira idade é sintoma de saúde em baixa e muitas consequências negativas que o envelhecimento, normalmente, traz ao corpo. Mas a fase não precisa implicar, necessariamente, em malefícios ao indivíduo, é possível envelhecer com saúde.

Naturalmente, ossos, tendões e músculos tendem a ficar mais frágeis nessa etapa da vida e isso costuma dificultar a prática de atividades físicas, principalmente, no caso de pessoas que não tinham o hábito de praticar exercícios na juventude. Mas a boa notícia é que a fisioterapia preventiva pode auxiliar de modo a evitar problemas ou mesmo atuar na reabilitação, prevenindo as sequelas de diferentes patologias.

Fisioterapia Preventiva

Trata-se de um conjunto de procedimentos fisioterapêuticos que ajudam no controle dos sintomas de doenças; na melhora da coordenação, concentração e postura; no aumento do relaxamento muscular e redução de tensões; no favorecimento da auto-estima, etc.

Como na terceira idade o indivíduo está mais vulnerável físico-funcionalmente é de extrema necessidade o estímulo à prevenção de patologias e deficiências, tanto de ordem física quanto psíquica. E é neste contexto que a fisioterapia preventiva se torna um grande aliado para a saúde do idoso. Ela engloba diferentes exercícios físicos e respiratórios que se adaptam às necessidades individuais de cada paciente bem como aos limites de cada um e pode associar outras terapias alternativas como o Pilates.

O Pilates para terceira idade permite uma maior qualidade de vida, pois é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança e com baixo impacto, além disso, respeita os limites de cada um, oferecendo exercícios suaves e controlados. Isso faz da técnica uma ótima indicação aos idosos, tanto para atuar preventivamente, quanto no pós-tratamento médico ou fisioterapêutico.

Benefícios da Fisioterapia Preventiva ao idoso

Os procedimentos ajudam a prevenir os riscos de doenças comuns na terceira idade, como a diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas, osteoporose, hérnias de disco, tendinites, bursites, artrose, etc. Além de atuarem no controle de dores nas articulações e em problemas de insônia, depressão ou ansiedade, por exemplo.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Dor no Nervo Ciático – O que é? Causas, Sintomas e Como tratar




O maior nervo do corpo humano se estende desde a face posterior do quadril, descendo por trás da coxa e dos joelhos até alcançar o dedo maior do pé, ocupa, portanto, a região desde a coluna lombar até os pés. É o nervo ciático, responsável pela mobilidade dos músculos da perna e, consequentemente, as articulações dos membros inferiores, assim como pelas sensações.

Como surge a dor no nervo ciático?

Inflamações, lesões ou fraturas pélvicas, compressão externa, deslocamento discal, contratura muscular ou mesmo uma hérnia de disco podem representar causas para a irritação do nervo ciático que, a partir desse momento, manifestará reações dolorosas. O dano ao nervo pode ocorrer dentro do canal espinhal ou em outro ponto do percurso que o nervo faz).

Outros sintomas também podem acompanhar a dor no nervo ciático: irradiação da dor para uma das pernas, sensação de queimação, perda de sensibilidade ou fraqueza nos músculos da perna afetada, fisgadas e dormências. Os sintomas vão depender de cada caso. Em alguns pacientes, a dor no nervo ciático gera somente uma queimação local ou um desconforto mais simples. Já em outros, a dor pode tornar o indivíduo incapacitante, manifestando uma sensação de choque elétrico pelo trajeto do nervo.

A dor no nervo ciática (ou Ciatalgia), que piora bastante a noite, possui diversos fatores de risco, tais como:

– OBESIDADE: Se o corpo estiver com o peso acima do limite recomendado poderá aumentar a pressão sobre a coluna vertebral, sobrecarregando músculos e ligamentos e gerando dores nas costas, além de outras complicações como a dor ciática;

– ENVELHECIMENTO: o avanço da idade provoca mudanças naturais na coluna vertebral que poderão contribuir para a irritação do nervo ciático;

– SEDENTARISMO: a ausência de exercícios físicos acaba enfraquecendo a musculatura de sustentação da coluna, tornando-a suscetível a dores lombares e o consequente surgimento da dor no nervo ciático;

– GRAVIDEZ: a fase resulta em modificações na anatomia da coluna vertebral, viabilizando a compressão do nervo ciático.

Tratamento para a dor no nervo ciático

O primeiro passo é diagnosticar a causa da dor. Se for por compressão ao nervo ciático, o passo a seguir é identificar e corrigir os fatores que desencadearam danos ao nervo. É importante identificar a causa exata do problema para que o tratamento seja aplicado de maneira correta e eficaz. A estabilização segmentar vertebral, juntamente com a terapia manual e exercícios de Pilates Clínico o paciente é condicionado a usar o músculo transverso do abdômen. Através do método, o indivíduo em tratamento consegue afastar as dores e entra em um trabalho direcionado ao fortalecimento dos músculos posturais, com a finalidade de evitar o surgimento de novas manifestações dolorosas.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Lombalgia – O que é? Causas, sintomas e como tratar



Muitas pessoas confundem qualquer dor nas costas com lombalgia. Mas será que existem mesmo diferenças entre ambas?

Dores na região lombar são, cada vez mais, frequentes e afetam não somente pessoas com idade mais avançada, o público mais jovem (incluindo crianças e adolescentes) também manifesta queixas recorrentes nos consultórios médicos. Mas nem toda dor nas costas implica a existência de um problema mais grave na região. A lombalgia, normalmente, requer maior atenção e acarreta sintomas que sem o tratamento correto podem ser permanentes, prejudicando a qualidade de vida do paciente.

Causas da lombalgia

Existem diferentes fatores desencadeantes da lombalgia. Contudo, a questão postural está entre os principais fatores de risco. Hábitos incorretos de postura ao deitar, sentar ou realizar qualquer atividade do dia a dia, no trabalho e lazer podem acarretar em malefícios à coluna. Mas outros fatores também podem ser apontados como causas para o desenvolvimento da lombalgia. É o caso de inflamações/infecções; hérnias de disco, artrose ou escorregamento de vértebra; sedentarismo; obesidade; fatores genéticos; envelhecimento e até questões emocionais.

Como tratar

É importante identificar a causa exata do problema para que o tratamento seja aplicado de maneira correta e eficaz. A estabilização segmentar vertebral, juntamente com a terapia manual e exercícios de Pilates Clínico o paciente é condicionado a usar o músculo transverso do abdômen. Através do método, o indivíduo em tratamento consegue afastar as dores e entra em um trabalho direcionado ao fortalecimento dos músculos posturais, com a finalidade de evitar o surgimento de novas manifestações dolorosas.

Previna-se!

– Adote uma boa postura em qualquer situação;

– Pratique exercícios físicos regularmente;

– Evite o fumo;

– Procure manter uma alimentação equilibrada e saudável;

– Nunca pratique atividades físicas sem orientação profissional.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Escoliose: O que é? Causas, sintomas e como tratar





A escoliose é caracterizada pelo encurvamento da coluna vertebral no meio ou nos lados. Existem vários tipos de escoliose e, em geral, parecem manifestar um aspecto físico bem semelhante. Mas vale ressaltar que os prognósticos podem ser bem diferentes.

Conheça os três principais tipos de escoliose

Escoliose congênita: ocorre quando durante o desenvolvimento do feto ou do recém-nascido surge um problema de formação das vértebras ou uma fusão de costelas, nesse caso, um lado de uma vértebra não fecha totalmente ou as vértebras não segmentam como deveriam, afetando o modo como a coluna vertebral cresce, ocorre em 10% dos casos;

Escoliose neuromuscular: é ocasionada por fraqueza muscular ou um controle precário dos músculos, trata-se do resultado anormal dos músculos ou nervos. A coluna vertebral, geralmente, assume uma longa curva em forma C, principalmente em crianças, uma vez que têm troncos muito fracos não sendo capazes de suportar seus corpos;

Escoliose idiopática: é o tipo mais habitual de ocorrência, assume cerca de 80% dos casos e é quando não se sabe o porquê de o paciente desenvolver aquela escoliose. Não é possível identificar a causa. Muitas teorias já foram apontadas, mas nenhuma foi avaliada como conclusiva, embora a causa hereditária seja de forte relevância. Esse tipo mais comum de escoliose pode ser dividido em quatro grupos: Infantil: Do nascimento até os 3 anos de idade; Juvenil: Dos 3 aos 9 anos de idade; Adolescente: Dos 10 aos 18 anos de idade; Adulto: Após os 18 anos de idade.

Fique atento para os sinais que podem evidenciar a existência da escoliose

– A cintura pode parecer desigual;

– Os ombros ou os quadris se mostram assimétricos;

– Um lado da caixa torácica ou uma perna pode parecer menor que a outra;

– O corpo se inclina mais para um lado.

Há tratamento para a escoliose?

Antes de iniciar qualquer tratamento é importante levar em consideração a causa, o tamanho e a localização da curva, além de outros fatores como a idade do paciente e também o grau de evolução da deformidade. O tratamento varia de acordo com a sua “agressividade”: com qual angulação foi descoberta, quanto ainda tem para crescer, etc.

O mais importante é “bloquear” a evolução da escoliose, pois é na fase adulta que as dores surgem. Métodos de fisioterapia no tratamento de escoliose como RPG, cinesioterapia, osteopatia, quiroplaxia, reprogramação mioarticular e Pilates são alguns dos indicados.

Fonte: Fisioterapia Manual

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terça-feira, 30 de agosto de 2016

5 dicas para evitar lesões no joelho




Patologias no joelho são, cada vez mais, frequentes. No dia a dia essa região fica bastante vulnerável aos traumas direto e indiretos. Além disso, o seu uso é intenso (muitas vezes de forma incorreta, o que acarreta em maior desgaste). Seja por quedas, fraturas em atividades esportivas, envelhecimento ou outros fatores, problemas no joelho podem levar a sintomas de dor, mobilidade prejudicada, fadiga, inchaço, rigidez e fraqueza muscular, etc. Em alguns casos, a intensidade da dor pode levar ao “travamento” ou “estalamento” do joelho. Nesses casos, a atenção deve ser ainda maior.

Saiba como evitar lesões no joelho e mantê-lo saudável

– Adote uma prática regular de atividades físicas.

Os exercícios físicos tornam o indivíduo mais ativo, ajudando-o a controlar o próprio peso (quanto maior o peso do corpo, maior será o impacto sobre o joelho). Além disso, os músculos anteriores e posteriores da coxa se tornam mais fortes, o que tende a ajudar no alívio de dores e na prevenção de lesões. Porém, nunca se esqueça que antes de qualquer atividade física é indispensável a realização de um bom aquecimento em todo o corpo, o alongamento ao final do exercício com duração de no mínimo 30' segundos para cada exercício é fundamental.

– Cuidado com exageros nos treinos e ausência de orientação profissional.

No caso, em especial, de atletas que buscam superar os próprios limites é bastante comum a ocorrência de lesões no joelho, caracterizada, inicialmente, por uma dor que se instala logo após um treino considerado exagerado. Além dos atletas, qualquer pessoa que realize exercícios físicos sem nenhum tipo de orientação profissional também poderá comprometer a região.

– Seu calçado deve ser adequado.

No caso dos “corredores” é sempre importante escolher um tênis apropriado para a atividade: confortável e com bom amortecedor (para aliviar a pressão sobre a articulação do joelho). Com relação às mulheres, vale lembrar que é muito importante evitar o uso excessivo de salto alto, uma vez que podem contribuir para o encurtamento da panturrilha bem como para o enfraquecimento da musculatura anterior da perna.

– Invista no Pilates.

A técnica do Pilates é bastante indicada na prevenção de lesões no joelho, sobretudo, pelo trabalho de fortalecimento e estabilização dos músculos centrais do corpo, exercícios de potência, alongamento e mobilização do membro inferior, sem sobrecarregar a região dos joelhos. Além de ajudar na melhora do equilíbrio, a fim de evitar quedas, bastante comuns na terceira idade, por exemplo.

– Nunca descarte a ajuda médica.

Se você já sente dores e outros sintomas associados na região dos joelhos, não procure a automedicação. É de extrema necessidade que seu caso seja avaliado por um especialista. Somente o profissional poderá diagnosticar o problema para direcionar o tratamento adequado e mais eficaz.

Fonte: Texto adaptado Fisioterapia Manual

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Como prevenir o desgaste nos joelhos




O processo de desgaste das estruturas do joelho pode ser muito doloroso e até incapacitante. A longo prazo, muitas pessoas acabam recorrendo à cirurgia por não suportarem os sintomas do problema. Daí a necessidade de hábitos de vida adequados para prevenir o desgaste nos joelhos.

Causas para o desgaste nos joelhos

Em muitas situações, a causa para o problema é desconhecida. Mas em outros casos pode estar associado a patologias (como a artrose), fatores hereditários e até mesmo à obesidade, uma vez que o peso corporal muito elevado tende a sobrecarregar os joelhos. O envelhecimento também contribui para o desgaste natural da região, assim como as lesões, traumas e fraturas causadas por diferentes fatores.

Principais sintomas do desgaste nos joelhos

– Sensação de fisgadas súbitas no joelho;

– Ocorrências frequentes de “pisadas em falso”;

– Fraqueza e rigidez muscular;

– Percepção de “rangidos” no joelho;

– Dor com fadiga ao se levantar após um período longo em posição sentada;

– Em casos mais avançados poderá surgir uma deformação do joelho, como mudanças no alinhamento da região.

Quando ocorre um desgaste nos joelhos, o indivíduo poderá perceber uma inflamação na região, normalmente, acompanhada de inchaço e vermelhidão. Mas é fundamental não confundir a inflamação com uma simples retenção de líquidos.

Dicas para evitar o desgaste nos joelhos

– Cuidado com o seu peso! Procure adotar uma alimentação saudável e balanceada;

– Procure investir, preferencialmente, em dietas que ajudem a renovar a cartilagem (legumes, gelatina, ovos, bacalhau, etc);

– Procure manter uma prática regular de atividades físicas, mas sempre com a supervisão de um profissional e sem exagerar nos esforços empreendidos. A natação e o Pilates, por exemplo, são mais apropriados para a saúde articular;

– Sempre realize aquecimentos antes e alongamentos após de se exercitar;

– Quando realizar caminhadas/corridas, procure utilizar um bom calçado com um sistema de amortecimento seguro.





sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Riscos à coluna associados ao trabalho




Algumas profissões podem trazer sérios prejuízos à coluna do indivíduo. Normalmente, essa realidade se refere à má postura que o profissional adota durante o desempenho de suas atividades no ambiente de trabalho. Por exemplo: pessoas que realizam movimentos repetitivos ou aquelas que permaneçam durante muitas horas em posição sentada.

De modo particular, vamos enfatizar os riscos associados à coluna de profissionais que trabalham muito tempo em pé.
Pessoas que assumem a posição em pé por longos períodos, como é o caso de pessoas que executam funções em linhas de montagem, por exemplo, estão suscetíveis a problemas sérios na coluna vertebral. Essa postura coloca o centro corporal da gravidade adiante da coluna, o que a mantém sob um momento constante de inclinação anterior. O esforço muscular não causa, apenas, cansaço nas pernas, o peso do corpo também causa pressão sobre o eixo da coluna vertebral ao longo do dia. É um ciclo vicioso com a produção de desequilíbrios musculares. E para se manter ereto, o profissional acaba submetendo os músculos da postura estática a um estado constante de tensão.

Muitas vezes, considera-se que a postura em pé no trabalho seja a mais correta, uma vez que nessa posição as curvaturas da coluna estão em alinhamento correto, reduzindo as pressões sobre o disco intervertebral. E, de fato, essa postura proporciona algumas vantagens como a garantia de maior mobilidade corporal. Entretanto, a manutenção da posição por longo período conduz ao uso assimétrico dos membros inferiores, apoiando o peso de forma alternada entre as pernas. Músculos e articulações envolvidos na sustentação dessa posição acabam sendo prejudicados pela pressão contínua, logo a musculatura cansa e tende a relaxar, levando a alterações posturais.

Evitando os riscos à coluna

A fim de reduzir a solicitação muscular dos membros inferiores, além de aliviar esse excesso de pressão sobre a região lombar, evitando, consequentemente, complicações sérias é importante investigar a possibilidade de projetar o posto de trabalho, de modo a viabilizar uma alternância da postura sentada com a postura em pé.

Lembre-se sempre que a dor de caráter crônico de longa duração, caracteriza-se por durar mais de três meses, causando grande incapacidade funcional, laborativa, social e familiar. Praticar atividades físicas de maneira regular (uma boa dica é o Pilates) ajuda a fortalecer a musculatura de sustentação da coluna vertebral e outras regiões do corpo que auxiliam na preservação de uma boa postura e, consequentemente, de uma coluna mais saudável.

A fisioterapia também ajuda nesse objetivo, levando o paciente a uma reeducação da postura, ensinando exercícios e alongamentos de fácil execução – que podem ser realizados em casa pelo próprio paciente. Além disso, o fisioterapeuta oferece sugestões importantes quanto a execução adequada das atividades diárias como melhores posturas para trabalhar, sentar, carregar peso, dormir e até a maneira ideal para se exercitar.

Fonte: Terapia Manual



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Reabilitação de Cervicalgias




A cervicalgia já é uma causa bem comum de dor. Ela atinge pessoas de todas as idades, provocando dores na região do pescoço, dentre outros incômodos que podem variar de caso para caso (irradiação da dor para outros membros, como braços e ombros; rigidez no pescoço; formigamento, etc). Em alguns casos, a dor surge e desaparece espontaneamente, sem uma duração significativa. Em outros casos, a dor pode se prolongar por meses e até anos, é quando o paciente alcança um quadro crônico. Identificar as características da cervicalgia é fundamental para a eficácia do tratamento (quando necessário).

Como surge a cervicalgia?

A região cervical da coluna (pescoço) é bastante flexível , o que permite à cabeça uma perfeita mobilidade. São as articulações da região cervical que permitem um movimento amplo da cabeça de inclinação ou rotação para os lados, por exemplo.

A tensão sobre essa região costuma ser bem maior e a cervicalgia surge, principalmente, a partir de contraturas musculares (uma das causas mais comuns). No caso das contraturas, a dor se manifesta com menos intensidade e, normalmente, tem melhora espontânea. Um exemplo disso é quando a pessoa acorda pela manhã com um torcicolo, em virtude de uma posição inadequada enquanto dormia, mas ao longo do dia percebe a melhora espontânea ou com um procedimento simples, como medicação ou massagem na região.

Entretanto, algumas doenças podem estar associadas com o aparecimento da cervicalgia, tornando a dor e o quadro mais crônico. É o caso da hérnia de disco, que é comum na região e da artrose, uma enfermidade inflamatória provocada pelo desgaste crônico das articulações da região cervical, acompanhada por alterações ósseas (naturais com o processo de envelhecimento).

O tratamento

O passo inicial é o diagnóstico exato para identificar a causa específica da dor e proceder ao tratamento mais eficaz. A cirurgia não é um dos recursos mais comumente empregados. O tratamento mais frequente engloba procedimentos fisioterapêuticos, algumas medicações quando necessário e outras técnicas mais conservadoras. Atividades físicas como o Pilates também são utilizadas no programa de tratamento. Quando a cervicalgia está relacionada a situações de estresse emocional (que aumentam a tensão muscular e agravam a dor), o tratamento psicológico também se faz indispensável.



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Fisioterapia no Tratamento da Bursite




No interior das articulações existe uma bolsa cheia de líquido (Bursa sinovial), cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos, funcionando como uma pequena almofada. Quando ocorre uma inflamação da Bursa, caracteriza-se a bursite.

Causas e Sintomas da Bursite

Normalmente, as bursites são causadas por traumatismos ou infecções articulares. O uso excessivo e repetitivo das articulações, lesões ocasionadas por esforços e doenças como as artrites também são causas comuns para a bursite. Se o indivíduo assume alguma posição que cause danos às bursas, enquanto realiza alguma atividade, há riscos também no surgimento de uma bursite. Em alguns casos, a causa da bursite pode ser indeterminada.

As regiões mais acometidas são os ombros, quadris e cotovelos com sintomas que incluem, normalmente:

– Inchaço, calor e vermelhidão na articulação acometida (esse sintoma ocorre principalmente quando a causa da bursite está associada à infecção);

– Dor e sensibilidade ao pressionar as áreas próximas à articulação;

– Rigidez ao tentar mover a articulação, limitando a mobilidade natural da região.

Tratamento com Fisioterapia

Se o paciente é diagnosticado com uma bursite, ele deve seguir o programa fisioterapêutico orientado pelo profissional. A doença é perfeitamente tratável, desde que as recomendações médicas sejam seguidas corretamente.

Dependendo da causa da bursite e do grau, o paciente é direcionado a exercícios de fisioterapia que auxiliam no fortalecimento dos músculos da articulação comprometida, além de restaurar a amplitude dos movimentos articulares.

Prevenindo o problema

O ideal é manter sempre a boa postura corporal em qualquer situação para evitar danos às bursas. Quando realizar movimentos repetitivos, faça pausas frequentes. Busque manter um peso saudável, pois o sobrepeso pode colocar as articulações em estresse. Procure praticar exercícios físicos com foco no fortalecimento da musculatura ao redor das articulações, alongando-se sempre de maneira sistemática antes de qualquer movimento.

Seja para prevenir ou tratar, os exercícios físicos devem sempre fazer parte do dia a dia. A bursite tem tendência à recidiva, por isso, logo após uma melhora do quadro do paciente em tratamento, poderão surgir novas crises. A melhor forma de evitar isso é investir na atividade física regular, acompanhado sempre por um profissional capacitado.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Dores posturais: como reconhecer e aliviar




O termo não parece tão usual, mas as dores posturais surgem com frequência na população e podem causar extrema fadiga local até a limitação pessoal de certas atividades corriqueiras.

DORES POSTURAIS SÃO CONSEQUÊNCIA DE PATOLOGIAS?

As dores posturais – como a própria denominação evidencia – estão mais associadas ao descuido com a postura durante as principais atividades realizadas pelo indivíduo. Mas também podem decorrer de algum problema mais sério na coluna vertebral, por exemplo.

Se você não adota uma postura correta no dia a dia, quer seja em casa, no trabalho, no lazer ou durante a prática de atividades de rotina (como dirigir) é bem provável que o mau hábito seja responsável pelo surgimento de desvios anormais na coluna.

Em sua estrutura, a coluna vertebral apresenta curvaturas consideradas fisiológicas, a saber: Lordose/cervical (convexa ventralmente); Cifose/torácica (côncava ventralmente); Lordose/lombar (convexa ventralmente); Cifose/pélvica (côncava ventralmente). Dentre as principais funções inerentes à coluna, podemos mencionar o suporte do peso do corpo; a proteção da medula espinhal e dos nervos espinhais; a promoção de maior flexibilidade ao corpo e também o papel fundamental na locomoção e na postura.

O problema surge quando ocorre um aumento desproporcional das curvas (normais) já existentes, gerando a hiperlordose ou a hipercifose, por exemplo ou ainda fazendo com que as curvaturas fiquem pouco evidenciadas (neste caso a coluna é reta).

DESVIOS E DORES POSTURAIS

Os desvios posturais, por sua vez, podem levar ao uso incorreto de outras articulações, como ombros, braços, quadris, joelhos e pés. Isso ocorre porque diante do desequilíbrio postural o corpo buscará, naturalmente, compensações a fim de manter o indivíduo em equilíbrio (o que, normalmente, também pode causar enrijecimento e encurtamento dos músculos). Além disso, os desvios posturais poderão acarretar, com o passar do tempo, pressão entre as vértebras, gerando as dores.

CUIDADOS PARA EVITAR AS DORES POSTURAIS

Existe uma postura correta para qualquer movimento que realizemos, inclusive, quando estamos em posição estática. Com a correria do dia a dia, nem sempre é possível obedecer a todas as regras, mas ainda assim podemos adotar o máximo de cuidado para não sobrecarregar os nossos músculos e articulações.

Manter a postura correta não é importante, apenas, para a boa aparência, alterações posturais desde a infância, por exemplo, já predispõem problemas na vida adulta. Daí a necessidade de prevenir hábitos incorretos de postura. Veja:

– Se você trabalha por muitas horas na mesma posição (seja ela sentada ou em pé), procure realizar alongamentos periódicos sempre que puder; levante-se e/ou caminhe um pouco nem que seja para tomar uma água ou o famoso cafezinho e procure obedecer às regras básicas de ergonomia em seu ambiente de trabalho.

– A prática de atividades físicas é bastante recomendada. Um exemplo é o Pilates, método de treinamento indicado para qualquer pessoa: tanto para quem deseja fortalecer a musculatura, quanto para quem tem sérios problemas de coluna. A técnica consegue, com seus equipamentos e atendimento personalizado, promover a melhora considerável dos pacientes. O resultado se torna eficaz porque o Pilates trabalha com a estabilização da coluna, que é o fortalecimento dos músculos profundos, responsáveis por manter as vértebras e seus componentes articulares na posição correta e, dessa forma, os exercícios ajudam a evitar diferentes problemas como: hérnias de disco, espondilólise, protrusão discal e os desvios posturais.

– Cuidar do peso corporal é também uma atitude indispensável se você deseja evitar as dores posturais. O excesso de peso prejudica a manutenção de uma postura correta. Por isso, invista em uma alimentação saudável e equilibrada!

Fonte: Fisioterapia Manual